*este poema está entre os primeiro escritos
Infeliz sinonímia tácita
Quando olho o céu.
Dúvida me corrói, me estraga,
Pois não sei o que há entre os véus.
Falsa sabedoria, pedância,
Lágrima chorada de sofrimento,
Fruto irrefutável da ganância
Que nos cai por todo tempo.
Ocaso em preto e branco,
Pois não sei se há de fato
Algo que mova o poético pranto,
Nem inspire o impávido ato.
Por isso tomamos de asco
A visão de todos os lados.
De capítulos de vida com porte
Que retratam outras com morte.
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